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The Use of MSK Musculoskeletal Ultrasound Imaging in the Follow Up Management of a 20-year-old with a Fibular Fracture, a Case Report
Journal article   Open access   Peer reviewed

The Use of MSK Musculoskeletal Ultrasound Imaging in the Follow Up Management of a 20-year-old with a Fibular Fracture, a Case Report

Eric Shamus, Jennifer Shamus, Grant Shamus and Arie Van Duijn
Revista brasileira de crescimento e desenvolvimento humano, Vol.36(1), pp.211-217
03-18-2026

Abstract

Introduction: radiography is the standard modality for fracture diagnosis and follow-up; however, it presents limitations related to cost, accessibility, and cumulative radiation exposure. Musculoskeletal (MSK) ultrasound imaging offers a non-ionizing alternative for both initial assessment and longitudinal monitoring of fracture healing. Existing literature supports the use of MSK ultrasound for fracture diagnosis and follow-up, with potential applicability to other fracture types. Although fibular fractures are generally less debilitating than other fractures, patients often resume activity prematurely, increasing the risk of delayed union or nonunion. Continuous monitoring is therefore essential to evaluate the healing status.  Case presentation: this case report describes the application of MSK ultrasound imaging in the follow-up of a 20-year-old patient with a distal right fibular fracture at 2 weeks, 1 month, 3 months, and 7 months. Musculoskeletal ultrasound imaging confirmed fracture presence and demonstrated callus formation indicative of healing progression.  Conclusion: MSK ultrasound imaging can be a valuable tool to monitor fracture healing, Further research is warranted to establish the reliability and validity of musculoskeletal ultrasound imaging for diagnosing fibular fractures, as this case report focuses primarily on its role in follow-up care. Given that physical therapists frequently encounter patients through direct access, proficiency in interpreting skeletal healing processes is critical for effective fracture management. Introdução: a radiografia é o método padrão para diagnóstico e acompanhamento de fraturas; no entanto, apresenta limitações relacionadas ao custo, acessibilidade e exposição cumulativa à radiação. A ultrassonografia musculoesquelética (USME) oferece uma alternativa não ionizante tanto para a avaliação inicial quanto para o monitoramento longitudinal da consolidação óssea. A literatura existente apoia o uso da USME para diagnóstico e acompanhamento de fraturas, com potencial aplicabilidade a outros tipos de fratura. Embora as fraturas da fíbula sejam geralmente menos debilitantes do que outras fraturas, os pacientes frequentemente retomam as atividades prematuramente, aumentando o risco de retardo de consolidação ou pseudoartrose. O monitoramento contínuo é, portanto, essencial para avaliar o estado de consolidação. Apresentação do caso: este relato de caso descreve a aplicação da USME no acompanhamento de um paciente de 20 anos com fratura distal da fíbula direita em 2 semanas, 1 mês, 3 meses e 7 meses. A USME confirmou a presença da fratura e demonstrou a formação de calo ósseo, indicativa de progressão da consolidação.  Conclusão: a ultrassonografia musculoesquelética pode ser uma ferramenta valiosa para monitorar a consolidação de fraturas. Mais pesquisas são necessárias para estabelecer a confiabilidade e a validade da ultrassonografia musculoesquelética no diagnóstico de fraturas da fíbula, visto que este relato de caso se concentra principalmente em seu papel no acompanhamento pós-operatório. Considerando que os fisioterapeutas frequentemente atendem pacientes por meio de acesso direto, a proficiência na interpretação dos processos de consolidação óssea é fundamental para o manejo eficaz de fraturas.
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